quarta-feira, 18 de abril de 2007

O canteiro de rosas

As rosas voaram aos ventos,
e as suas doces como véus,
não traçaram nenhum destino.
Quando encontraram suas pétalas,
perdidas num lindo paraíso,
cheias de ódio e de espinho.
Ninguém verá como uma rosa,
aquelas perdidas em seus ramos
nem as decididas num campo...

- Oh Rosa! Rosa, linda Rosa... Você ainda balança com suas pétalas maravilhosas ao frescor do belo vento...

Sinto-me só à luz da lua.
A luz da chuva deixa-me molhado,
a procura de ti, neste gigante cercado...
...vejo-me só e muito molhado.

- Quem lembrará de ti, há tantas rosas neste gigante cercado, apenas o só à luz da lua e o molhado à luz da chuva?! Não!!

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