O que devo fazer? Que caminho devo tomar? Devo esperar? Devo pensar? Devo parar? Devo desistir? ...Não sei. Sinto necessidade de me escurecer e deixar tudo preto e branco, como memórias, faria isso como? lembrando? Seriam apenas lembranças do passado, mas o tempo ainda não passou e tenho ainda muitas preocupações me cutucando e por mais eu brigue, ignore ou bata de frente com elas, continuam a me cutucar, e cada vez com mais freqüência e força.
Aquela caixa que está flutuando ali na frente, com algumas aranhas e surpresas caminhando e abanando, conversando e me iludindo. Estou nadando contra a correnteza d'uma queda d'água aparentemente sem fim, mas eu sei, posso além de me comunicar com a caixa flutuante, alcança-la e ver as margens do outro lado. Posso também, sentir o vento bater em meu rosto e as pequenas partículas me pressionando e empurrando contra minha vontade. Deveria eu, desistir de seguir a caixa e alcançar a esperança que existe naquelas surpresas, mesmo que tão más as aranhas possam ser, seria melhor que me afundar e estraçalhar na queda d'água? Talvez no caminho da queda d'água eu encontre um pássaro voando, uma planta passando ou quem sabe um peixe acompanhando minha longa ou curta viajem. Mas quem saberá? E quem saberá se estas possibilidades vão ser amigáveis? Podem simplesmente me iludir e machucar também, espero que não. Ou que sim, devo sofrer ainda mais? Ou será que o sofrimento será menor ou fará misteriosamente melhor para mim? Minha mão dói e eu nem ao menos sei porque ela faz isso comigo, sei que não vai parar enquanto tudo não se acalmar. Será isso o fim da correnteza ou o começo de um novo mundo? Espero que acabe logo e que este mundo não me possua ou me domine. pois eu preciso retornar, realmente preciso...
sábado, 12 de maio de 2007
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Como eu adoro essa música e acho a letra e melodia vocal bonita... Voz do vocal do Sonata... *_*
Até
"I Can see how you are beautiful, can you feel my eyes on you,
I'm shy and turn my head away
Working late in diner Citylite, I see that you get home alright
Make sure that you can't see me, hoping you will see me
Sometimes I'm Wondering why you look me and you blink your eye
You can't be acting like my Dana (can you)
I see you in Citylite diner serving all those meals and then
I see reflections of me in your eye, oh please
Talk to me, show some pity
You touch me in many, many ways
But I'm shy can't you see
Obsessed by you, your looks, well
anyway "I would any day die for you",
I write on paper & erased away
Still I sit in diner Citylite, drinking coffee or reading lies
Turn my head and I can see you, could that really be you"
Até
"I Can see how you are beautiful, can you feel my eyes on you,
I'm shy and turn my head away
Working late in diner Citylite, I see that you get home alright
Make sure that you can't see me, hoping you will see me
Sometimes I'm Wondering why you look me and you blink your eye
You can't be acting like my Dana (can you)
I see you in Citylite diner serving all those meals and then
I see reflections of me in your eye, oh please
Talk to me, show some pity
You touch me in many, many ways
But I'm shy can't you see
Obsessed by you, your looks, well
anyway "I would any day die for you",
I write on paper & erased away
Still I sit in diner Citylite, drinking coffee or reading lies
Turn my head and I can see you, could that really be you"
(Sonata Arctica - Shy)
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Por trás da imagem do espelho...
Todos olhavam,
e tão belos se achavam...
Ela olhava a todos
e tanto ria dos tolos.
"Hahahahaha"
Ao lado do espelho,
morava uma menina...
Ela era feliz e no espelho se olhava todos os dias!
...Por trás da imagem,
outro olhar, outro sonho.
Olhava tão séria
triste pela felicidade da outra.
O ódio ela amava, com o amor odiava...
Mas aquela menina do espelho,
que tanto dela ria.
Com sorriso fotografava,
a tristesa com que ela chorava.
...Todos os dias.
E ela dizia...
"Me-gami a me-telfer!
Sarva-lap sah-nim éta.
Orom ue od-num euq...?
Uos ue od-num euq ed...?
et-nerefid oãt,
oulho em euq aleu-qad."
(lê-se do lado contrário)
e tão belos se achavam...
Ela olhava a todos
e tanto ria dos tolos.
"Hahahahaha"
Ao lado do espelho,
morava uma menina...
Ela era feliz e no espelho se olhava todos os dias!
...Por trás da imagem,
outro olhar, outro sonho.
Olhava tão séria
triste pela felicidade da outra.
O ódio ela amava, com o amor odiava...
Mas aquela menina do espelho,
que tanto dela ria.
Com sorriso fotografava,
a tristesa com que ela chorava.
...Todos os dias.
E ela dizia...
"Me-gami a me-telfer!
Sarva-lap sah-nim éta.
Orom ue od-num euq...?
Uos ue od-num euq ed...?
et-nerefid oãt,
oulho em euq aleu-qad."
(lê-se do lado contrário)
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