quarta-feira, 18 de abril de 2007

O canteiro de rosas

As rosas voaram aos ventos,
e as suas doces como véus,
não traçaram nenhum destino.
Quando encontraram suas pétalas,
perdidas num lindo paraíso,
cheias de ódio e de espinho.
Ninguém verá como uma rosa,
aquelas perdidas em seus ramos
nem as decididas num campo...

- Oh Rosa! Rosa, linda Rosa... Você ainda balança com suas pétalas maravilhosas ao frescor do belo vento...

Sinto-me só à luz da lua.
A luz da chuva deixa-me molhado,
a procura de ti, neste gigante cercado...
...vejo-me só e muito molhado.

- Quem lembrará de ti, há tantas rosas neste gigante cercado, apenas o só à luz da lua e o molhado à luz da chuva?! Não!!

segunda-feira, 16 de abril de 2007

A Morte, o Esperando e o Limite

O Limite está tão próximo
e ninguém pode o enfrentar.
O mundo não está livre...
Ninguém pode assegurar
que o amanhã ainda existe...
E ninguém pode encarar
a Morte.

ré, dó...

Desde os castelos esperando,
por isso acontecer, Esperando...
Oh Esperando...
Caindo e indo, correndo e levantando...

Até que o Limite vá a assegurar,
e a Morte enfrentar.
Pois ninguém pode garantir
que o amanhã ainda existe...

A Morte!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Inverno sopra o vento e assusta a quietude...

O tempo vai passar...
E o inverno vai chegar...
O vento vai levar...
E ninguém vai escapar...

Eles já se foram,
como pedras e pessoas,
informados ou não.
E não...

Não chore,
pois eles não podiam
já saberiam,
mas ainda não sabem.

...e disso, ninguém quer saber.